terça-feira, 31 de janeiro de 2017
segunda-feira, 30 de janeiro de 2017
Comciência
No dia 2 de janeiro fui até a exposição Comciência no CCBB e pude ver de perto as várias esculturas desenvolvidas pela artista australiana Patricia Piccinini. O que achei bem interessante foi que, mesmo sendo criaturas estranhas e incomuns, todas as esculturas causam uma sensação de afeto, sem provocar susto ou medo. Uma prova disso é que, enquanto observava as obras, algumas crianças se divertiam chegando perto das esculturas sem demonstrar nenhum receio o pavor. É, nas palavras da artistas, um neologismo que carrega sentido duplo, conectando consciente e ciência.
Mondrian e o movimento de Stijl
No dia 8 de setembro visitei a exposição sobre a obra de Mondrian e sobre o movimento de Stijl em geral. Além de diversas pinturas, foram apresntados também documentários, fotografias, publicações de época, maquetes e mobiliários de artistas do movimento, como o projeto da Casa Rietveld Schröder na cidade holandesa de Utrecht e a Cadeira Vermelho Azul, ambos de Gerrit Rietveld.
Planeta Brasil
No dia 28 de janeiro, estive presente no Festival de músicas Planeta Brasil, que, neste ano, contou com a apresentação de 30 atrações, nacionais e internacionais. Meu objetivo era assistir apenas aos shows do duo Anavitoria e do cantor Tiago Iorc, mas, como havia outros shows que aconteceriam no mesmo palco, assisti também ao show do Projota.
Festivais desse caráter tendem a reunir um número imenso de pessoas e, tendo acontecido na Esplanada do Mineirão, comportou centenas de milhares de fãs e admiradores dos artistas que performaram.
Algo que é bem comum nesses festivais e que incomoda bastante é o preço, não só dos ingressos - que variavam de 90 reais, meia entrada, a valores como 330 reais (além de distinguirem os preços para mulheres e homens ????), mas também dos produtos vendidos durante o festival. A água, por exemplo, custava 6 reais e o cardápio alimentício também contava com preços extremamente abusivos.
No geral, foi uma experiência muito incrível, uma vez que tive a oportunidade de ver meus maiores ídolos de muito perto.
quinta-feira, 19 de janeiro de 2017
domingo, 15 de janeiro de 2017
sábado, 14 de janeiro de 2017
domingo, 8 de janeiro de 2017
Ocupação EAD
Durante o segundo semestre de 2016 e diante de um caótico cenário econômico e político do país, a Escola de Arquitetura e Urbanismo e Design da UFMG, em acordo com um movimento nacional, foi ocupada por centenas de alunos por cerca de um mês e meio. Mesmo tendo contribuído pouquíssimo com o movimento, observei a grandiosidade das ações e propostas dos estudantes, que, mesmo sem retorno do governo, resistiram bravamente e posicionaram-se diante de todas as circunstâncias.
Confesso que gostaria realmente de ter feito mais parte de tudo o que aconteceu, porque reconheço a importância de todas as atividades, conversas, atos e confraternizações que foram realizadas nesse período. O simples fato de não se permitir alienar frente a tantos e tantos meios alienantes e extremamente influentes já me faz ter um enorme respeito por todos os que colaboraram e participaram dos movimentos de ocupação nas escolas e universidades do Brasil.
Enquanto estudante do 1º período de Arquitetura e Urbanismo e matriculada na matéria mais conhecida como Ateliê Integrado de Arquitetura, tive a incrível oportunidade de compreender melhor os temas discutidos em sala através das rodas de conversa que participei na ocupação. Além disso, poder enxergar a cidade como uma excelente forma de apropriação e reflexo das convicções e ideologias de um grupo, serviu como uma ótima forma de realmente entender o papel de um arquiteto na sociedade.
Participando pouco, sinto que a ocupação tenha sido um momento maravilhoso de aprendizado para mim e também para muitos outros alunos. O despertar de uma juventude mais politicamente consciente me faz ter mais esperanças no futuro do nosso país.
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