terça-feira, 27 de setembro de 2016

Seminário de design de interação

     Nos foi proposto que, pesquisando dentre os sites indicados pelos professores e também por intermédio de pesquisas próprias, nós, enquanto grupos, selecionássemos exemplos que caminhassem por essa ideia de interatividade e virtualidade.
     A primeira obra escolhida foi o Eye Catcher, de Lin (Charlie) Zhang. Discutindo em sala, chegamos à conclusão de que o making of do objeto era trabalhoso demais para um resultado pouco espetacular. A ideia é a de um pequeno quadrinho que se movimenta na parede a partir do reconhecimento facial de seus usuários e interage reagindo aos estímulos que recebe. Basicamente, o que extraímos é que há uma tecnologia muito grande por detrás do objeto que, infelizmente, promove uma interação bem pobre.
     
     A segunda proposta interativa que escolhemos foi a Messa di Voce, de Golan Levin, Zachary Lieberman, Jaap Blonk e Joan La Barbara, uma parede que interage com os sons emitidos pelos usuários. É possível gerar padrões gráficos a partir de sons e alterar parâmetros para que esses padrões sejam modificados. Mais uma vez, concluímos que a tecnologia é enorme, mas que a interação não é tão interessante.

segunda-feira, 26 de setembro de 2016

Pergunta para discussão sobre virtual

Em que situações e até que ponto a realidade e a possibilidade são dissociáveis e, se são, como podemos usar isto nas relações interativas?

terça-feira, 20 de setembro de 2016

Apropriações do espaço com o corpo

PARKOUR

Parkour é uma atividade onde o praticante se move de um ponto a outro. O objetivo é traçar um percurso e transpor obstáculos que aparecem pelo caminho, podendo ser desde uma pedra até paredes de concreto. Durante esse deslocamento, a pessoa aprende a fazer uso de artifícios que vão desde a exploração da sua condição física ao discernimento de quais métodos de tranposição oferecem menor risco ou maior eficiência.  Criado em 1990, na França, foi inspirado em movimentos de treinamento militar. 



DERIVA

A Deriva é procedimento de estudo psicogeográfico onde uma pessoa se lança à deriva deixando que o meio urbano crie seu caminho. É caracterizada pelo deslocamento sem traçados pré-determinados num espaço urbano, desde uma cidade inteira até um único quarteirão, seguindo apenas os trajetos fisicamente possíveis no ambiente escolhido e ao acaso. Há também a construção de um mapa do percurso traçado em que são anotadas quais as motivações que construíram determinado traçado.

FLÂNEUR

"Um flâneur é alguém que perambula sem compromisso por uma cidade, alguém que percorre as ruas sem objetivo aparente, mas secretamente atento à história dos lugares por onde passa e à possibilidade de aventuras estéticas ou eróticas."
Ele anda pela cidade com o objetivo de experimentá-la através de seus diversos sentidos, sempre atento aos detalhes que poderiam passar despercebidos por outra pessoa - uma vez que já fazem parte de sua rotina. O conceito de Flâneur também se tornou significativo na arquitetura e no planejamento urbano, onde descreve aqueles que estão indiretamente e involuntariamente afetados por um design particular que experimentam apenas quando estão de passagem.

ROLEZINHO

"Rolê ou Rolé, gíria brasileira, significa 'fazer um pequeno passeio' ou 'dar uma volta'."
Rolezinho é um tipo de Flash mob que envolve organizar pelas mídias sociais encontros de centenas ou milhares de jovens de classes baixas, geralmente em shopping centers. Os adolescentes se reúnem em grupos de certa de 20 e passam correndo por corredores entoando batidas de funk. O fenômeno passou a gerar polêmica a partir do momento em que esses jovens passaram a se reunir em shoppings de zonas extremamente valorizadas, causando um choque de classes e grande incômodo na população que frequenta esses lugares. Rolêsacontecem desde 2012, mas antes eram conhecidos como "encontro de fãs", onde esses adolescentes encontravam seus ídolos - jovens da periferia, donos de perfis "famosinhos" no Facebook.


FLASH MOB

Flash mob são aglomerações instantâneas de pessoas em certo lugar para realizar determinada ação inusitada previamente combinada, dispersando-se tão rapidamente quanto se reuniram. Geralmente são organizadas por redes sociais. O primeiro flash mob foi organizado via e-mail pelo jornalista Bill Wasik, em Manhattan. Mandando o e-mail, anonimamente, para 40 ou 50 amigos, Bill convidou pessoas a aparecerem em frente à uma loja de acessórios femininos. Segundo ele, "a ideia era de que as próprias pessoas se tornassem o show e que, apenas respondendo a este e-mail aleatório, essas pessoas criassem algo" em um mob anônimo e sem liderança.

quarta-feira, 14 de setembro de 2016

Objeto criado para corte a laser

A partir dos objetos escolhidos e já apresentados no post anterior, desenvolvemos um objeto que se encontra na ordem dos instrumentos. A ideia é que em uma das laterais existam cordas tensionadas de diferentes jeitos e, na outra lateral, lentes e espelhos distorção as imagens observadas por um dos usuários. A seguir, imagem, prancha para corte e vídeo (todos os três bem simples) do objeto descrito.

Objetos escolhidos pelo grupo

Para pensar em um novo objeto a partir dos objetos criados pelos colegas, eu e meu grupo (Danilo Celso, Bianca Monteiro e Ramiro Felix), escolhemos o objeto da Malu (relação: manifestação dos sentidos) e o objeto da Mabene (relação: alteração dos sentidos e distorção da realidade).

 Objeto da Malu

Objeto da Mabene

segunda-feira, 12 de setembro de 2016

Um Lugar ao Sol


2009 / 66 min / documentário

sinopse:
O documentário aborda o universo dos moradores de coberturas de prédio das cidades de Recife, Rio de Janeiro e São Paulo. O diretor obteve acesso aos moradores das coberturas através de um curioso livro que mapeia a elite e pessoas influentes da sociedade brasileira. No livro são catalogados 125 donos de cobertura. Destes 125, apenas 09 cederam entrevistas. Através dos depoimentos dos moradores de cobertura, o filme traz um rico debate sobre desejo, visibilidade, insegurança, status e poder, e constrói um discurso sensorial sobre o paradigma arquitetônico e social brasileiro.

comentário:
Realmente assustadores, os pensamentos cuspidos pela classe poderosa brasileira me deixaram completamente pasma. Não foi surpresa ver que há pessoas com ideias como aquelas, mas vê-los discursando tais como reis e rainhas me fez entender, de uma vez por todas, que o dinheiro definitivamente não é tudo. "A cobertura me deixa mais próxima do céu", "Só estou aqui porque meus pais ralaram muito", "Há uma predisposição genética para a riqueza", e outras milhares de frases sem noção compuseram o documentário, transformando-o em uma possibilidade de reflexão a cerca da desigualdade social e da ignorância ideológica de muitos.

Croqui Parque Municipal (08/09/2016)

Croqui do local analisado em casa (30 minutos)

Croquis Parque das Mangabeiras (01/09/2016)

 Croqui de 1 pedra escolhida (5 minutos)

 Croqui das pedras (5 minutos)

Croqui alterado pelos colegas.

Croquis Pampulha (22/08/16)

Croqui externo, vista oblíqua do museu (30 minutos)

Croqui externo, vista frontal do museu (1 minuto)