A primeira obra escolhida foi o Eye Catcher, de Lin (Charlie) Zhang. Discutindo em sala, chegamos à conclusão de que o making of do objeto era trabalhoso demais para um resultado pouco espetacular. A ideia é a de um pequeno quadrinho que se movimenta na parede a partir do reconhecimento facial de seus usuários e interage reagindo aos estímulos que recebe. Basicamente, o que extraímos é que há uma tecnologia muito grande por detrás do objeto que, infelizmente, promove uma interação bem pobre.
A segunda proposta interativa que escolhemos foi a Messa di Voce, de Golan Levin, Zachary Lieberman, Jaap Blonk e Joan La Barbara, uma parede que interage com os sons emitidos pelos usuários. É possível gerar padrões gráficos a partir de sons e alterar parâmetros para que esses padrões sejam modificados. Mais uma vez, concluímos que a tecnologia é enorme, mas que a interação não é tão interessante.


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