O objeto interativo criado pela Laura foi uma espécie de corda sensorial que trabalhava com a audição, o tato e a visão. Permitindo que fosse enrolado no corpo de uma ou mais pessoas, o objeto contava com sensores de movimento (responsáveis pela ativação de buzzers) e sensores de pressão (que ativavam leds e vibração). A medida que o usuário interagia com a forma do objeto, esse respondia através da eletrônica que, de forma bastante clara, serviu para aumentar a interação da interface.
Analisando a partir dos termos discutidos em sala, pude concluir que o objeto contemplou o conceito de programático (porque não contava com ações pré-programas e nem com um fim específico), além de ser reativo (porque simplesmente respondia a alguns inputs do usuário de maneira já estabelecida na concepção da interface). Quanto ao acabamento, o objeto ficou nos parâmetros medianos. O pano que revestia o cano foi amarrado grosseiramente por fitinhas coloridas que deixaram o objeto bem bonitinho e permitia a passagem de luz para a percepção dos leds da interface. A eletrônica, apesar de ter ampliado as formas de interação, não fugiu do esperado, algo que aconteceu com os objetos da turma em geral.
De maneira mais ampla, o objeto atendeu aos requisitos propostos e funcionou, mesmo que de forma primária, no dia da apresentação, o que permitiu que todos pudessem compreender seu funcionamento e o que foi proposto inicialmente.
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